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A opinião sincera dos donos do Peugeot 3008 fariam você comprar um usado em 2026?

Opinião real de 42 donos do Peugeot 3008 usado: defeitos, consumo, manutenção e a melhor versão para comprar em 2026. Dados extraídos de avaliações reais.
Atualizado em: 9 de julho de 2026

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Peugeot 3008 usado

Vale a pena comprar um Peugeot 3008 usado?

Sim, vale a pena comprar um Peugeot 3008 usado em 2026, principalmente nas versões Griffe e Griffe Pack 1.6 THP automáticas de 2018/2019, que reúnem o melhor equilíbrio entre acabamento premium, tecnologia embarcada e preço já depreciado.

O 3008 se destaca por acabamento de nível acima da categoria, motor 1.6 turbo de 165 cv ágil e itens de conforto raros no segmento (teto solar panorâmico, bancos com massagem, som Focal), mas exige atenção redobrada à suspensão traseira mais rígida e ao consumo de óleo do motor em unidades com mais de 60 mil km.

Se você busca um SUV premium sem pagar preço de zero km, e não se importa em pesquisar bem a procedência antes de fechar negócio, o 3008 usado pode ser um dos melhores negócios do segmento em 2026, mas exige atenção à detalhes que iremos te entregar nessa matéria.

Resumo rápido sobre o Peugeot 3008 usado

  • Vale a pena? ✔ Sim, principalmente nas versões Griffe e Griffe Pack 1.6
  • Melhor versão: Griffe Pack 1.6 automático (2018/2019)
  • Principal defeito: suspensão traseira rígida (eixo de torção) e consumo de óleo em alta quilometragem (defeito crônico)
  • Consumo: entre 8 e 11 km/l na cidade e 11 a 16 km/l na estrada
  • Melhor para: quem quer um SUV com acabamento premium por preço de usado e não se importa em fazer manutenção preventiva rigorosa
  • Pior ponto: desvalorização acentuada e dificuldade de revenda apontadas pelos próprios donos

Vale a pena comprar Peugeot 3008 usado?

CritérioPeugeot 3008 Usado
ManutençãoMédia a alta em alta km ⚠️
ConsumoMédio a bom ⭐⭐⭐⭐
RevendaFraca (depreciação alta) ⚠️
Espaço internoExcelente ⭐⭐⭐⭐⭐
Porta-malasExcelente ⭐⭐⭐⭐⭐
AcabamentoNível premium ⭐⭐⭐⭐⭐
Suspensão traseiraRígida, exige atenção ⚠️
Custo-benefício usadoMuito bom ⭐⭐⭐⭐⭐

Tabela baseada na análise de 42 opiniões reais de donos, coletadas na Web entre 2017 e 2026.

Um SUV que engana pelo tamanho do preço

Analisamos 42 avaliações reais de donos do Peugeot 3008 G2, o modelo vendido no Brasil desde 2017, e um detalhe chamou atenção logo de cara: praticamente ninguém reclama do carro em si, e sim do preço dele zero km.

O padrão se repete opinião após opinião. O motorista compara o 3008 com BMW, Audi, Mercedes, e o Peugeot sai bem na comparação, principalmente no acabamento interno e na sensação de dirigir algo acima da categoria.

Isso faz sentido: o motor 1.6 THP de 165 cv usado no 3008 é o mesmo bloco que equipa modelos da BMW e da Mini, fruto da antiga parceria PSA-BMW, e vários donos comentam justamente isso.

Só que esse mesmo carro, quando comprado zero km, custa caro. E é exatamente aí que mora a oportunidade para quem busca usado: a desvalorização forte nos primeiros anos derruba o preço, mas não derruba a qualidade percebida por quem já é dono.

Antes de ir direto para os elogios, é justo mostrar o que mais incomoda quem realmente roda com o carro no dia a dia.

Principais defeitos do Peugeot 3008 usado

Tampa do porta-malas manual (não elétrica)

Esse é, disparado, o ponto mais citado nas 42 opiniões analisadas, mesmo não sendo um defeito mecânico. Marcelo, dono de um Griffe Pack 2018/2019 com 52.000 km, sentiu falta do “porta-malas elétrico e partida a distância”. Flavio, com apenas 1.020 km rodados em seu Griffe Pack 2018/2019, já reclamava: “tampa do porta-malas é pesada, deveria ser elétrica”. Charles, dono de um Griffe Pack 2019/2020 com 16.000 km, confirma: “não há abertura e fechamento da mala de forma automática, mala muito pesada”.

Segundo os próprios donos, a Peugeot corrigiu esse ponto nas versões mais recentes (linha 2022 em diante da versão GT), mas nas unidades de 2017 a 2020, que são a maioria no mercado de usados, a tampa é manual e pesada.

Suspensão traseira rígida em pisos irregulares

O 3008 vendido no Brasil usa suspensão traseira tipo eixo de torção (semi-independente), diferente da multilink independente oferecida em versões europeias. Isso aparece com frequência nas reclamações.

Felipe, dono de um Griffe 2018/2019 com 71.000 km e que veio de um Renault Duster, descreve: “suspensão com curso curto, sente um bocado as imperfeições, faz parte do design mais esportivo”. Kaike, com 60.500 km rodados em seu Griffe Pack, listou “suspensão e caixa de direção” como defeito direto. Glaydston, dono de um Griffe 2018/2019 com 15.500 km vindo de um Volkswagen Jetta Highline, relatou que a suspensão firme “deixa ele desconfortável ao passar em piso mau conservado”.

Não é um defeito que compromete a segurança, mas é um ponto de atenção real para quem roda em ruas esburacadas com frequência, que deixa o carro desconfortável nestes tipos de piso.

Consumo de óleo do motor em alta quilometragem

Esse é o defeito mais sério encontrado nas opiniões, ainda que menos frequente.

Carlos, dono de um Griffe 2017/2018 há 8 anos e 71.500 km, relatou que o motor começou a “baixar óleo além do normal” e o reparo, feito em oficina especializada, custou R$ 13.000, mais R$ 3.500 na troca da caixa de fusíveis (VBGA), somando R$ 17 mil em manutenção extra ao longo de 8 anos.

Jefferson, com um Griffe Pack 2020/2020 e 32.000 km, foi direto: “tem defeitos crônicos graves como consumo de óleo em excesso, o que chega a ter que efetuar a troca do motor pela concessionária”.

Joao, dono de um Griffe Pack 2018/2019 com 68.000 km vindo de um Ssangyong Korando, confirmou o padrão: “o motor sofre com o desgaste precoce dos retentores de válvulas, ocasionando grandes baixas de óleo”.

O ponto em comum entre os três relatos é a quilometragem acima de 30 mil km do motor 1.6 THP. Se você está avaliando um 3008 usado com mais de 60 mil km, vale insistir no histórico de trocas de óleo e, se possível, fazer uma análise de compressão do motor antes de fechar negócio.

Central multimídia trava e falta de conectividade sem fio

Vanderlei relata que “a central multimídia às vezes trava, mas logo volta ao normal”. Kaike reforça que a multimídia “trava muito, com espelhamento sem fio”. Vários donos também sentem falta de Android Auto e Apple CarPlay sem fio nas versões mais antigas, como Rodrigo, que não conseguia “conectar com Android Auto” em seu Griffe 2017/2018.

Problemas pontuais de componentes

Alguns relatos isolados, mas que vale conhecer antes de comprar: Felipe teve que trocar os 4 bicos injetores aos 50.000 km (R$ 3.000) e teve contaminação do líquido de arrefecimento por óleo da caixa de câmbio.

Rodrigo, aos 70.000 km, teve o relê do segundo estágio do ar-condicionado queimado. Silvanio, com apenas 4.200 km rodados em seu Griffe 2017/2018, teve a correia do alternador quebrada, um caso raro em carro praticamente novo. Fernando precisou trocar a bateria por conta da alta demanda eletrônica do carro.

Por que falam mal do Peugeot 3008?

A fama negativa do 3008 no mercado brasileiro vem menos do carro em si e mais de dois fatores externos: preço de tabela alto quando novo e desvalorização acelerada logo nos primeiros anos.

Felipe, um dos donos entrevistados, resume bem esse sentimento: “para comprar zero não pegaria nunca, preço bem salgado. Mas como usado, vale muito a pena devido à grande desvalorização que ele tem”. Ele completa que o ponto negativo mais comum entre os donos é justamente na hora da revenda, quando “ninguém quer comprar ou então oferecem preço de banana”.

Essa percepção de marca também pesa. Peugeot não tem no Brasil a mesma rede de concessionárias e disponibilidade de peças que marcas como Volkswagen, Toyota ou Honda, o que assusta parte do público antes mesmo de andar no carro.

Some a isso o fato de ser uma marca francesa associada, no imaginário popular, a manutenção mais cara, e você tem a receita para um carro tecnicamente muito bem avaliado por quem tem, mas visto com desconfiança por quem nunca teve. Então se prepare que o seu amigo de Corolla vai te zuar e perguntar se você já tem o telefone do guincho.

Qual versão do Peugeot 3008 vale mais a pena?

Das 42 opiniões analisadas, a distribuição por versão foi: Griffe Pack (20 unidades), Griffe (19 unidades), Allure (2 unidades) e GT Pack (1 unidade). A maioria dos carros no mercado de usados é de 2018/2019.

Melhor custo-benefício: Griffe Pack 1.6 automático 2018/2019. É a versão mais encontrada no mercado de usados, já vem com o pacote de equipamentos extras (teto solar panorâmico elétrico, bancos dianteiros com massagem, som premium Focal em algumas unidades, sensores de estacionamento) e mantém boa relação entre preço e nível de conforto.

Para quem quer economizar na compra: Griffe 1.6 automático, sem o Pack. Perde alguns mimos, mas mantém a base mecânica idêntica (mesmo motor 165 cv, câmbio automático Aisin de 6 marchas) por um preço geralmente mais baixo.

Versão para quem busca o topo de linha: GT Pack (nossa escolha do Meu Carro Usado), com equipamentos como o sistema Active Safe Brake (frenagem automática de emergência), citado pelo dono Gladston como um diferencial de segurança. É a versão mais rara e mais cara no mercado de usados, geralmente de anos mais recentes (2021 em diante).

Versão para avaliar com cautela: Allure, por ser a entrada de linha com menos equipamentos e menor disponibilidade no mercado de seminovos, o que dificulta encontrar peças de reposição de acabamento específicas da versão.

Consumo do Peugeot 3008 usado é bom?

Os relatos de consumo variam bastante conforme o estilo de condução, mas seguem um padrão: entre 8 e 11 km/l na cidade e 11 a 16 km/l na estrada, com casos extremos em ambas as pontas.

Zandona relatou 9 km/l na cidade e até 16,9 km/l na estrada. Fernando chegou a fazer 16 km/l na estrada, um dos melhores consumo entre os relatos. Já Glaydston reclamou de apenas 6,9 km/l na cidade, citando que o consumo é parecido com o do seu Jetta Highline 2.0 anterior, mesmo o 3008 tendo motor 1.6. Flavio também apontou que o consumo real, medido no posto, ficava abaixo do informado pelo painel: 7,5 km/l reais contra 8,4 km/l indicados.

O padrão que destaca é claro: o motor 1.6 THP turbo entrega ótima economia para quem dirige com leveza no acelerador, mas penaliza bastante quem usa o modo Sport com frequência ou dirige em trânsito parado e andando. Como resume Decio: “como qualquer motor turbo, o consumo é mais alto” quando exigido mas o desempenho é excelente para o porte do carro.

Manutenção do Peugeot 3008 é cara?

Para revisões de rotina, o custo é considerado justo pelos próprios donos. Mario descreve “revisões com preço super justo” e Romulo cita “baixo custo de manutenção” entre os pontos positivos do carro.

O problema aparece fora da garantia e em componentes específicos: bicos injetores (R$ 3.000 para trocar os 4), correção de vazamento no trocador de calor (R$ 1.200), caixa de fusíveis VBGA (R$ 3.500) e, no pior cenário relatado, reparo de motor por consumo excessivo de óleo (R$ 13.000).

Alguns reparos, como o gerenciador de bateria de Romulo e os semieixos de Joao, foram trocados em cortesia pela concessionária mesmo fora do prazo de garantia, o que sugere que a Peugeot reconhece internamente alguns desses problemas recorrentes e se o carro faz as revisões na rede autorizada, é possivel conseguir o reparo sem o custo.

Recomendação prática: antes de fechar negócio em um 3008 com mais de 50 mil km, priorize unidades com histórico completo de revisões em concessionária e negocie o preço já considerando uma reserva para os itens citados acima.

Peugeot 3008 ou Jeep Compass: qual vale mais a pena?

O Compass é o concorrente direto mais citado no mercado brasileiro de SUVs médios usados. Ele leva vantagem em rede de concessionárias, disponibilidade de peças e valor de revenda, sendo uma marca mais tradicional no imaginário do comprador brasileiro.

o 3008, segundo os relatos analisados aqui, entrega um acabamento interno de nível acima, mais itens de conforto de série (teto solar, bancos com massagem em algumas versões) e um motor mais ágil para o mesmo padrão de consumo.

Se revenda rápida e tranquilidade com peças é prioridade, o Compass tende a ser a escolha mais segura. Se o objetivo é sensação de carro premium por menos dinheiro, o 3008 usado se destaca.

Antes de fechar negócio no seu Peugeot 3008 usado

Pelos relatos analisados aqui, boa parte dos problemas mais sérios (consumo de óleo, bicos injetores, componentes eletrônicos) só aparece depois dos 30 a 50 mil km. Por isso, antes de assinar qualquer contrato:

✔ Consulte o histórico completo do veículo
✔ Faça um laudo cautelar
✔ Use um scanner automotivo para checar códigos de erro do motor e da central eletrônica

👉 Um scanner OBD2 simples custa pouco e pode evitar comprar um carro com o defeito de consumo de óleo já em estágio avançado.

O que os donos realmente dizem e gostam?

Acabamento no padrão de marcas premium

Felipe, dono de um Griffe 2018/2019 com 71.000 km, não poupa elogios: “acabamento premium, o interior desse carro é uma coisa à parte, sensacional”. Gladston, com um GT Pack praticamente zero (450 km), vai além: “o carro tem um acabamento impecável, carros mais caros e considerados premium têm acabamento inferior a este”.

Motor ágil e câmbio bem calibrado

Thiago, avaliando seu Griffe 2017/2018 recém-comprado, descreve a sensação de dirigir “como estar dentro de um esportivo” mesmo sendo um SUV médio. Flavio resume o efeito do botão Sport: “torna o carro um foguete”. Vários outros donos, como Ronaldo e Luciano, citam motor e câmbio entre os pontos fortes.

Espaço, conforto e itens que surpreendem

Paulo, dono de um Griffe Pack com apenas 5.800 km, lista uma série de mimos que não são comuns na categoria: “teto solar panorâmico totalmente elétrico, controle de velocidade adaptativo, bancos dianteiros com aquecimento e massagem”. Leonardo reforça: “mimos para motorista e passageiros como massageador, luzes ambiente, teto panorâmico”.

Confiabilidade mecânica, quando bem cuidado

Apesar dos defeitos pontuais listados acima, a maioria dos 42 donos analisados não relatou nenhum problema mecânico até o momento da opinião. Ricardo, com quase 30 mil km rodados vindo de um Chevrolet Cruze, resume: “consumo ótimo, nunca deu defeito, motor potente e o carro é lindo”. Fernando classifica o 3008 como “extremamente confiável, seguro e econômico”.

Perguntas frequentes sobre o Peugeot 3008 usado

O Peugeot 3008 dá muito problema? Não é um carro problemático no dia a dia, segundo a maioria dos 42 relatos analisados. O ponto de atenção real é o consumo de óleo do motor em unidades com mais de 30 a 50 mil km, que aparece em pelo menos três relatos com custo de reparo relevante.

Qual a melhor versão do 3008 para comprar usado? A Griffe Pack 1.6 automática 2018/2019 é a mais recomendada, por reunir o melhor equilíbrio entre equipamentos, disponibilidade no mercado e preço.

O motor 1.6 THP do 3008 é confiável? Sim, é o mesmo bloco usado por marcas como BMW e Mini, com boa reputação de robustez, mas exige manutenção preventiva e troca de óleo em dia. O maior risco relatado pelos donos é justamente o consumo excessivo de óleo quando a manutenção preventiva não é seguida à risca.

O Peugeot 3008 tem boa revenda? Não. Esse é o ponto mais criticado pelos próprios donos. A desvalorização é considerada alta e a revenda mais lenta que a de concorrentes como Jeep Compass ou Toyota Corolla Cross, o que por outro lado torna o 3008 usado uma oportunidade de preço para quem compra.

Vale mais a pena que o Jeep Compass usado? Depende da prioridade. Para revenda rápida e rede de assistência mais ampla, o Compass é mais seguro. Para acabamento, tecnologia e sensação de dirigir um carro premium, o 3008 usado tende a entregar mais por um preço parecido.

Qual o consumo real do Peugeot 3008? Entre 8 e 11 km/l na cidade e 11 a 16 km/l na estrada, segundo os relatos analisados, variando bastante conforme o uso do modo Sport e o estilo de condução.

Quanto custa a manutenção do Peugeot 3008 fora da garantia? Revisões de rotina têm custo considerado justo pelos donos. Já reparos de componentes específicos (bicos injetores, caixa de fusíveis, motor) podem custar de R$ 1.200 a R$ 17.000 dependendo do problema e da quilometragem.

Quer evitar comprar um Peugeot 3008 com problema?

Antes de fechar negócio, recomendo fortemente usar um scanner automotivo simples para checar códigos de erro escondidos, principalmente relacionados ao consumo de óleo do motor, além de consultar a placa em sites especializados em histórico de veículos para descobrir se ele teve passagem em leilão, débitos, restrições e sinistros.

✔ Fazer um checklist completo de avaliação
✔ Consultar histórico do carro
✔ Verificar possíveis falhas com scanner
✔ Cotar o seguro antes de fechar negócio

👉 Estou preparando um checklist completo para ajudar na compra de um Peugeot 3008 usado sem erro, com foco nos pontos levantados pelos próprios donos neste artigo, confira aqui.


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Este conteúdo foi baseado na análise de 42 opiniões reais de donos do Peugeot 3008, coletadas na Web entre 2017 e 2026.

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