Vale a pena comprar uma Ford Maverick usada?
Sim, vale a pena comprar uma Ford Maverick usada em 2026, principalmente nas versões 2.0 EcoBoost (Lariat FX4, Lariat Black e Tremor), para quem quer uma picape compacta com cara de SUV, motor turbo forte e nível de acabamento acima da média das concorrentes nacionais.
A Maverick se destaca por dirigibilidade de carro de passeio, espaço interno generoso e desempenho do motor 2.0 turbo, mas exige atenção redobrada com o consumo na cidade, o prazo de entrega de peças (ela é importada do México) e o histórico de recall na central multimídia.
Se você busca uma picape para uso urbano com pitadas de aventura nos fins de semana, e não se importa em rodar até uma concessionária um pouco mais distante quando precisar, ela pode ser um ótimo negócio em 2026.
| Critério | Ford Maverick Usada |
|---|---|
| Manutenção | Boa, mas peças demoram ⚠️ |
| Consumo | Alto na cidade (2.0) ⭐⭐ |
| Revenda | Boa ⭐⭐⭐⭐ |
| Espaço interno | Excelente ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Caçamba (FlexBed) | Excelente ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Dirigibilidade | Muito boa, “parece sedan” ⭐⭐⭐⭐⭐ |
| Acabamento | Bom, com ressalvas ⭐⭐⭐ |
| Rede de concessionárias | Limitada ⚠️ |
| Custo-benefício | Muito bom ⭐⭐⭐⭐ |
Tabela de critérios – Maverick usada
Resumo rápido sobre a Maverick usada
- Vale a pena? ✔ Sim, principalmente nas versões 2.0 turbo
- Melhor versão: Lariat FX4 2.0 (equilíbrio entre tração, potência e acabamento)
- Principal defeito: demora na reposição de peças e recall da multimídia
- Consumo: 5 a 6 km/l na cidade (2.0) e 15,7 km/l na híbrida
- Melhor para: quem mora perto de concessionária Ford e quer uma picape de uso misto (cidade + estrada)
- Pior ponto: poucas concessionárias fora das capitais
Uma pickup diferente de tudo que já rodou por aqui
Quando a Ford trouxe a Maverick para o Brasil, o mercado de picapes ainda era dividido entre as robustas de trabalho e os modelos maiores como Ranger e Hilux. A Maverick chegou propondo outra coisa: uma picape pequena, construída sobre plataforma de SUV, com direção que lembra carro de passeio e caçamba que serve tanto para carregar entulho quanto para levar as malas da família na praia.
Esse posicionamento gerou uma legião de fãs, mas também criou expectativas diferentes em quem compra o carro. Não é uma S10, não é uma Ranger, não é uma Hilux. É outra categoria, e isso muda completamente a forma de avaliar se vale a pena comprar uma usada.
Foi justamente essa diferença que fez a gente ir atrás de quem já roda com a Maverick no dia a dia para entender o que os folhetos e os vídeos de lançamento não contam.
Quais os defeitos que os donos reais de Maverick relatam?
Peças de reposição demoradas por ser importada
Como a Maverick é fabricada no México e a rede de distribuição da Ford no Brasil prioriza a Ranger nacional, muitos proprietários relatam espera de semanas por peças de reposição básicas após pequenos sinistros, como para-choques e faróis.
É um ponto que pesa na hora de negociar o seguro, e vale perguntar ao vendedor se o carro já precisou de alguma reposição e quanto tempo levou.
Recall da central multimídia
A Ford chamou proprietários de Maverick dos anos-modelo 2022 a 2024 para uma atualização gratuita da central multimídia, porque o sistema podia não exibir corretamente a imagem da câmera de ré. O próprio dono Soares confirma o histórico:
“Até agora não tive nenhum problema. Já teve um recall, mas ainda não levei.” — Soares, dono de Ford Maverick Lariat Black 2.0 2025/2025, há 1 ano, 5.100 km rodados, carro anterior Volkswagen Golf
Antes de fechar negócio com uma Maverick usada, vale conferir na concessionária se o recall da multimídia já foi aplicado no chassi específico, e é bem fácil consultar pelo site https://www.ford.com.br/support/recalls/.
Barulhos no painel em unidades com pouca quilometragem
Nem todo mundo tem a mesma experiência. Um dos relatos mais duros que encontramos foi de um dono que identificou ruídos no painel logo nos primeiros dias de uso, mesmo com o carro praticamente zero:
“No primeiro dia já constatei um barulho no painel, que após pesquisas, descobri que é crônico e a Ford não arrumou no facelift. Também apareceram barulhos por dentro do painel.” — Rogerio, dono de Ford Maverick Lariat Black 2.0 2025/2025, há 1 ano, 2.600 km rodados, carro anterior Volkswagen Jetta
Consumo alto na cidade na versão 2.0 turbo
O motor 2.0 EcoBoost entrega desempenho de sobra, mas cobra o preço no posto quando o uso é predominantemente urbano, e é comum o consumo de 6 km/L:
“O consumo é ponto fraco: a minha está fazendo 6 km/L. Mas eu só dirijo na cidade.” — Soares, dono de Ford Maverick Lariat Black 2.0 2025/2025
“O consumo na cidade fica próximo de 6 km/L.” — Jeronymo, dono de Ford Maverick Lariat FX4 2.0 2023/2023, há menos de 1 ano, 3.200 km rodados, carro anterior Fiat Toro
Acabamento com plástico rígido e rebarbas
Para uma picape com preço de tabela FIPE acima de R$ 150 mil, o acabamento interno divide opiniões. Enquanto alguns donos consideram aceitável para uma picape de entrada, outros foram mais críticos.
O fato é que a Ford abusou de plásticos em painel, portas e acabamento, e inclusive deixou isso claro ao disponibilizar arquivos que o próprio dono pode usar uma impressora 3D e fabricar seus próprios acessórios, como porta copos e divisórias.
“Acabamento horrível para um carro nesse valor. Você encontra rebarba em todo lugar, inclusive algumas que, se você não tomar cuidado, cortam o dedo.” — Rogerio, dono de Ford Maverick Lariat Black 2.0 2025/2025
Multimídia lenta e sem espelhamento estável
O sistema multimídia recebe elogios pelo tamanho de tela, mas trava quando o assunto é agilidade. Vários donos, inclusive os mais satisfeitos com o carro, apontam o mesmo ponto:
“A multimídia é bem completa, porém é extremamente lenta para mexer nos menus.” — Rogerio, dono de Ford Maverick Lariat Black 2.0 2025/2025
“Com certeza kit multimídia precisa melhorar muito, conectividade, etc.” — Maycon, dono de Ford Maverick Lariat Hybrid 2.5 2024/2024, há menos de 1 ano, 13.000 km rodados, carro anterior Ford EcoSport
Poucas concessionárias fora das grandes cidades
Esse ponto aparece ligado à demora nas peças e afeta principalmente quem mora no interior. Se você acompanhou a mídia sabe que a Ford deixou de fabricar seus carros no Brasil, e como se isso não fosse por si só ruim, ainda fechou várias concessionárias.
Um dos relatos mais negativos que catalogamos veio justamente por esse motivo:
“Estou vendendo minha Maverick exclusivamente porque não tem concessionária na cidade, apenas a 100 km daqui, e sinto que não tenho garantia pois é inviável ficar percorrendo 200 km ida e volta toda vez que aparece algo.” — Rogerio, dono de Ford Maverick Lariat Black 2.0 2025/2025
Falta de tração 4×4 na versão híbrida (até 2024)
Até a reestilização de 2025, a versão Lariat Hybrid 2.5 era vendida apenas com tração dianteira no Brasil, o que pode frustrar quem espera uma picape 4×4 completa em todas as versões.
É um ponto importante para quem está de olho especificamente na híbrida usada com ano-modelo 2023 ou 2024.
Ausência de memória nos bancos elétricos e itens de conforto pontuais
São defeitos menores, do tipo “faltou pouco”, mas que aparecem nos relatos de quem já rodou outras picapes ou SUVs mais completos:
“Não tem memória nos bancos elétricos.” — Soares, dono de Ford Maverick Lariat Black 2.0 2025/2025
Mas por que tanta gente fala mal da Maverick ainda?
Uma parte da crítica que circula sobre a Maverick não vem exatamente de quem é dono, e sim de quem espera dela o comportamento de uma picape “de trabalho” tradicional, tipo Hilux ou Ranger.
A Maverick não foi projetada para isso: ela usa plataforma de SUV (a mesma base do Ford Escape e do Bronco Sport), tem caçamba menor e prioriza conforto de rodagem em vez de capacidade extrema de carga.
Outra fonte comum de reclamação, essa sim recorrente entre donos reais, é a rede de assistência técnica. Como a Maverick não tem o mesmo volume de vendas de uma Ranger ou de um Ecosport, concessionárias menores nem sempre têm peças em estoque, e isso vira motivo de frustração justamente na hora em que o carro mais precisa de suporte.
Por fim, o preço de tabela FIPE, que gira na faixa de R$ 150 mil a R$ 185 mil dependendo do ano e da versão, coloca a Maverick em comparação direta com SUVs médios e picapes de porte maior, o que eleva o nível de exigência de quem compra.
Qual versão da Maverick vale mais a pena usada?
Com base nos relatos coletados, dá para separar as versões por perfil de uso:
Melhor custo-benefício: Lariat FX4 2.0, que soma tração integral, pacote off-road leve (Hill Descent Control, pneus mais robustos) e o motor 2.0 turbo, sem o preço mais alto da Tremor.
O melhor desempenho: Tremor 2.0, com ajustes de suspensão e proteções extras voltados para quem realmente encara estrada de terra e trilha leve.
Melhor economia: Lariat Hybrid 2.5, com consumo declarado de 15,7 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada segundo o Inmetro, disparado o melhor índice entre picapes vendidas no Brasil. A ressalva é a ausência de 4×4 nas unidades até 2024.
Versão para avaliar com mais cuidado: unidades muito rodadas ou batidas da Lariat Black e FX4 2.0, pela combinação de consumo alto na cidade e demora de peças em caso de sinistro.
O consumo da Maverick usada é bom?
Depende exclusivamente da motorização e de onde você mais roda.
No motor 2.0 EcoBoost turbo, o consumo na cidade reportado pelos próprios donos fica na faixa de 5 a 6 km/l, um número baixo para quem está acostumado com SUVs a diesel ou motores mais econômicos. Na estrada, a média melhora bastante: relatos apontam entre 11,5 e 14 km/l em viagem, o que ajuda a compensar o gasto do dia a dia urbano.
Já a Lariat Hybrid 2.5 muda completamente essa conta. Segundo dados do Inmetro, ela entrega 15,7 km/l na cidade e 13,6 km/l na estrada, quase o dobro do consumo urbano da versão turbo. Foi exatamente esse ponto que mais impressionou o dono Maycon, que trocou uma Ecosport pela Maverick híbrida:
“Potência do motor, economia, segurança, visibilidade… já escrevi sobre a economia?” — Maycon, dono de Ford Maverick Lariat Hybrid 2.5 2024/2024
Na prática: se o seu uso é majoritariamente urbano e o orçamento permite, a híbrida compensa. Se você roda mais estrada e valoriza o motor turbo, a diferença de consumo entre as duas versões diminui.
A manutenção da Maverick é cara?
A manutenção programada em si não foge muito do padrão de outras picapes médias, mas o detalhe que pega o bolso é outro: peças de reposição em caso de sinistro.
Como a Maverick é importada do México e não tem o mesmo volume de peças em estoque que a Ranger, o tempo de espera por um para-choque, um farol ou um para-lama pode se estender por semanas, o que encarece indiretamente qualquer manutenção corretiva, seja pelo aluguel de outro carro nesse período, seja pela dificuldade de achar peça paralela compatível.
Antes de comprar, vale a pena:
✔ Consultar o histórico do veículo e verificar se ele já passou por algum sinistro
✔ Confirmar se o recall da central multimídia já foi feito
✔ Fazer um laudo cautelar completo
✔ Simular um seguro coonfiável com nosso parceiro Youse
👉 Isso evita comprar um carro com problema oculto ou descobrir depois que a peça que falta vai demorar mais de um mês para chegar.
Ford Maverick ou Fiat Toro: qual vale mais a pena?
A comparação mais natural para quem está pesquisando picapes médias de uso misto. A Toro tem rede de concessionárias Fiat muito mais ampla no Brasil, motorização a diesel disponível e peças mais fáceis de encontrar, o que reduz o tempo parado em caso de sinistro.
Já a Maverick leva vantagem em dirigibilidade, e na eficiência da versão híbrida, que não tem equivalente direto na linha Toro.
Para quem prioriza suporte da rede concessionárias, oferta de peças de reposição e menor custo de manutenção corretiva, a Toro é a nossa escolha. Para quem quer dirigibilidade de SUV com caçamba e consumo baixo no uso urbano, a Maverick Hybrid se destaca.
Ford Maverick ou RAM Rampage: qual escolher usada?
Outra comparação recorrente entre quem pesquisa picapes esportivas compactas. A Rampage é maior, tem caçamba mais espaçosa e entrega mais robustez visual de picape tradicional. A Maverick, por outro lado, é mais compacta no manobrar urbano e tem a opção híbrida, que a Rampage não oferece.
Em termos de rede de assistência, as duas enfrentam desafios parecidos por serem picapes de nicho recente no Brasil, então vale pesquisar a disponibilidade de concessionária na sua região antes de decidir entre as duas.
Antes de fechar negócio com uma Maverick usada
Como ela é um carro relativamente novo no mercado de usados brasileiro, com histórico de recall e peças que demoram, vale reforçar alguns cuidados extras:
✔ Consultar a placa em nosso parceiro AnyCar para saber se o carro já teve passagem por sinistro, leilão ou restrição
✔ Usar um scanner OBD2 para checar códigos de erro escondidos
✔ Confirmar a atualização do recall da multimídia
✔ Cotar o seguro antes de fechar negócio, já que o custo das peças pesa na apólice
👉 São detalhes simples que evitam dor de cabeça e prejuízo de milhares de reais depois da compra.
O que os donos realmente gostam na Maverick?
Dirigibilidade que engana pelo tamanho
O ponto mais elogiado, disparado, é a sensação de dirigir “um carro de passeio com caçamba”. Vários donos vieram de sedãs e hatches e se surpreenderam com a suavidade da direção:
“A dirigibilidade é excelente, impressionante, parece um sedan ou um SUV coupê, sem exagero.” — Soares, dono de Ford Maverick Lariat Black 2.0 2025/2025, carro anterior Volkswagen Golf
Estabilidade e conforto em comparação com outras picapes
Quem já rodou com picapes maiores nota diferença real de comportamento em curva e em piso irregular:
“Já tive Santa Fé, Frontier, Amarok, S10 e agora estou com a Maverick, ela soma o conforto da Santa Fé, tem mais estabilidade que todos acima.” — Wagner, dono de Ford Maverick Lariat FX4 2.0 2024/2024, há menos de 1 ano, 11.000 km rodados, carro anterior Chevrolet S10
Caçamba versátil (sistema FlexBed)
O sistema de organização interna da caçamba, com divisórias e tomada 110V, aparece como diferencial prático no dia a dia:
“Caçamba para viajar com tudo que a família precisa, tomada interna [padrão residencial] muito útil para periféricos como computador, vídeo game.” — Willian, dono de Ford Maverick Tremor 2.0 2025/2025, há 1 ano, 14.000 km rodados, carro anterior Mitsubishi ASX
Motor 2.0 turbo com resposta forte
Quem compara com concorrentes diretas nota a diferença de potência na hora de ultrapassar:
“O carro possui ótimo desempenho… sem dúvidas a melhor picape para cidade e estrada. Já tive Fiat Toro diesel, S10 e Ranger, nenhuma delas se compara com a Ford Maverick.” — Jeronymo, dono de Ford Maverick Lariat FX4 2.0 2023/2023, carro anterior Fiat Toro
Segurança e espaço interno
A nota máxima em segurança e o espaço para passageiros voltam em praticamente todos os relatos, independente da versão:
“Espaço interno excelente [tenho 1,88 m], ando com 5 adultos muito confortavelmente.” — Maycon, dono de Ford Maverick Lariat Hybrid 2.5 2024/2024
Perguntas frequentes sobre a Ford Maverick usada
A Maverick dá muito problema?
Não é uma picape com histórico de problemas mecânicos graves recorrentes. O ponto mais crítico documentado oficialmente é o recall da central multimídia dos anos-modelo 2022 a 2024, já solucionado gratuitamente nas concessionárias.
A manutenção da Maverick é cara?
A revisão programada é compatível com o segmento, mas peças de reposição para reparos após batidas costumam demorar, já que o carro é importado do México e tem menor volume de peças em estoque que a Ranger nacional.
Qual a melhor versão da Maverick para comprar usada?
Para uso misto, a Lariat FX4 2.0 oferece o melhor equilíbrio entre tração 4×4, potência e preço. Para quem roda mais na cidade, a Lariat Hybrid 2.5 tem o menor consumo do segmento.
A Maverick 2.0 consome muito?
Sim, no uso urbano. Donos relatam entre 5 e 6 km/l na cidade, melhorando para 11,5 a 14 km/l em rodovia.
Vale mais a pena que Fiat Toro usada?
Depende da prioridade. A Toro tem rede de assistência mais ampla e opção a diesel. A Maverick entrega mais dirigibilidade e a opção híbrida, mais econômica no dia a dia.
A Maverick tem boa revenda?
Sim. Por ser um lançamento relativamente recente e ainda concorrido no mercado de picapes médias, a Maverick mantém boa procura no usado, principalmente nas versões com tração 4×4.
Existe recall pendente na Maverick?
Pode existir, dependendo do chassi. Antes de comprar, consulte pelo FordPass ou pela Central Ford (0800 703 3673) se a unidade específica já passou pela atualização da central multimídia.
Quer evitar comprar uma Maverick com problema?
Antes de fechar negócio, recomendo fortemente consultar a placa om nosso parceiro Any Car para descobrir se o carro já passou por leilão, sinistro ou tem alguma restrição, além de rodar com um scanner automotivo simples para checar códigos de erro que não aparecem no painel.
👉 Estou preparando um checklist completo para ajudar na compra de picape usada sem erro, basta entrar em contato no Instagram @meucarrousado_oficial.
Não esqueça de conferir o nosso Guia completo para comprar carro usado ou seminovo.
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Nota sobre esta análise
Este conteúdo foi baseado em relatos reais de donos de Ford Maverick coletados e organizados a partir de fóruns e opiniões públicas na Web, cruzados com boas práticas de vistoria de carros usados e dados oficiais de recall e ficha técnica.
Mas e você, já teve ou pensa em ter uma Ford Maverick? Conta pra mim sua experiência nos comentários!



