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Chevrolet Tracker de terceira geração: opinião sincera dos donos em 2026

Donos reais do Chevrolet Tracker contam os defeitos, qualidades e a melhor versão para comprar usado em 2026. Veja antes de fechar negócio.
📅 Publicado em 18 de julho de 2026

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Vale a pena comprar um Chevrolet Tracker usado?

Sim, vale a pena comprar um Chevrolet Tracker usado em 2026, principalmente nas versões 1.0 Turbo, para quem busca um SUV com motor forte para o tamanho, bom espaço interno e consumo equilibrado para a categoria.

O Tracker se destaca pelo desempenho do motor turbo e pelo design que segue atual mesmo alguns anos depois do lançamento, mas exige atenção redobrada no acabamento interno (fonte de barulhos) e nos freios, que os próprios donos apontam como o ponto mais fraco do carro.

Se o objetivo for um SUV ágil, com boa tecnologia embarcada e consumo competitivo, ele ainda pode ser uma ótima compra em 2026, desde que você já entre sabendo onde apertar o pé antes de fechar negócio.

Resumo rápido sobre o Tracker usado

  • Vale a pena? ✔ Sim, com ressalvas no acabamento e nos freios
  • Melhor versão: LT 1.0 Turbo manual ou automático (câmbio de 9 marchas)
  • Principal defeito: acabamento interno barulhento e freios abaixo do esperado para o segmento
  • Consumo: entre 9 e 13 km/l na gasolina, variando por versão e câmbio
  • Melhor para: quem quer um SUV ágil no trânsito e não abre mão de tecnologia embarcada
  • Pior ponto: plástico duro que “canta” com o tempo e frenagem que exige atenção em emergências

Vale a pena comprar Tracker usado?

CritérioChevrolet Tracker Usado
ManutençãoMédia ⭐⭐⭐
ConsumoBom ⭐⭐⭐⭐
RevendaBoa ⭐⭐⭐⭐
Espaço internoExcelente ⭐⭐⭐⭐⭐
Porta-malasMuito bom ⭐⭐⭐⭐
CâmbioMuito bom ⭐⭐⭐⭐⭐
FreiosAtenção ⚠️
Acabamento internoFraco ⭐⭐
EstiloExcelente ⭐⭐⭐⭐⭐
Custo-benefícioBom ⭐⭐⭐⭐

Tabela baseada na nota média que os próprios donos deram ao carro em avaliações reais, cruzada com relatos de manutenção coletados para este artigo.

Tem um dado que poucos comentam sobre o Tracker: em 2022, ele recuperou a liderança do segmento de SUVs compactos que a família não tinha desde 2003, quando o EcoSport ainda mandava no pedaço.

Isso quer dizer uma coisa simples: hoje já existe um volume enorme de Tracker rodado no mercado de usados, e cada geração de dono trouxe uma opinião diferente sobre o carro.

Se você está de olho em um Tracker usado, provavelmente já reparou como ele é bonito de presença e como o motor turbo entrega uma resposta que muitos concorrentes 1.0 aspirados não têm. O que ninguém conta no anúncio é como o carro se comporta depois dos primeiros 20 ou 30 mil km, quando plástico começa a fazer barulho e o freio começa a pedir mais cuidado do que devia.

Foi justamente essa lacuna que fomos atrás de preencher. Reunimos relatos de donos reais de Tracker, de quem comprou zero km em 2020 até quem está com o carro rodando aplicativo há anos, para te contar o que realmente vale a pena saber antes de assinar o contrato.

Antes de fechar negócio, vale o mesmo conselho de sempre:

✔ Consultar histórico do veículo
✔ Fazer um laudo cautelar
✔ Usar um scanner automotivo simples

👉 Isso evita cair em golpes ou comprar carro com problema escondido.

Principais defeitos do Chevrolet Tracker usado

Analisamos dezenas de opiniões reais de donos de Tracker (geração atual, 2020 em diante) para chegar às queixas que mais se repetem. Elas não aparecem em todos os carros, mas são recorrentes o suficiente para merecer atenção na hora da vistoria.

Freios abaixo do esperado para o segmento

Foi a reclamação mais frequente entre os donos consultados.

“Os freios são horríveis, muito ruins mesmo.” — Roger, dono de um Tracker 1.0 AT 2022/2022, 112.000 km rodados, ex-dono de Fiat Toro

“Os freios são ruins, se precisa uma frenagem mais forte acima de 80 km/h o carro parece que vai perder a trajetória.” — Bruno, dono de um Tracker Midnight 1.0 2023/2024, 24.000 km, ex-dono de Volkswagen T-Cross

Vale reforçar que boa parte das versões de entrada usa freio a tambor no eixo traseiro, o que ajuda a explicar a sensação relatada.

Acabamento interno que “canta” com o tempo

Foi o item pior avaliado pelos próprios donos na nota geral do carro.

“Péssimo acabamento. Nunca vi um carro com acabamento tão ruim na minha vida, faz barulho em absolutamente tudo.” — Rickson, dono de um Tracker LTZ 1.0 2021/2022, 25.000 km

“Acabamento de Celta, o apoio de braço é ridículo (totalmente em plástico), barulho nos acabamentos das colunas centrais e barulho irritante na tampa do porta-malas.” — Weladian, dono de um Tracker LTZ 1.0 2020/2021, 5.000 km, ex-dono de Honda Civic

Correia dentada banhada a óleo

Presente nos motores 1.0 e 1.2 turbo, essa correia é um ponto de atenção real de manutenção, não uma lenda de fórum.

“Problema na correia dentada banhada a óleo (vendi antes de precisar trocar).” — Walter, dono de um Tracker Premier 1.2 2020/2021, 52.400 km

O consenso entre os donos é que, seguindo o intervalo de troca recomendado pela concessionária, o problema não pega ninguém de surpresa, mas é um item que precisa entrar na sua planilha de custos.

Luz de injeção acendendo sem motivo aparente

Um clássico “susto” relatado por vários donos.

“Acendeu a luz da injeção com 33 mil km, troquei a sonda lambda o carro tá normal mas a luz da injeção não apagou.” — João, dono de um Tracker 1.0 2020/2021, 34.300 km

“Com 3 anos de uso, acendeu a luz da injeção. Ninguém descobria o que era (…). Resolvi depois de muito tempo abastecer só com gasolina. Aí a luz apagou de vez.” — Marcos, dono de um Tracker 1.0 AT [PCD] 2020/2021, 64.000 km

Na maioria dos relatos, o problema não trava o carro, mas é desconfortável não saber a causa exata.

Bomba de combustível com falha de origem

Menos comum, mas presente o bastante para merecer destaque.

“Durante o trânsito, o veículo perdeu potência repentinamente, obrigando-me a parar o carro. De repente, ele desligou, parecendo uma pane seca.” — Cícero, dono de um Tracker Premier 1.2 2022/2022, 30.000 km, sobre uma falha na bomba de combustível

Na maior parte dos casos relatados, incluindo o de Roger (citado acima), o reparo foi feito em garantia sem custo para o dono.

Estepe temporário em vez de roda reserva completa

Um detalhe que incomoda mais do que parece.

“Aquele estepe temporário não me serve… Tive que comprar uma roda de verdade pra colocar na reserva, perdi espaço mas compensa o custo benefício.” — Dionísio, dono de um Tracker Premier 1.2 2020/2021, 9.000 km

Por que falam mal do Chevrolet Tracker?

Boa parte da crítica ao Tracker vem de comparação direta: quem trocou um sedã ou um SUV mais robusto (Honda Civic, Toyota Corolla, Kia Sportage) por ele sente o acabamento mais simples e estranha os plásticos mais duros. É o preço de entrar em um segmento compacto vindo de um carro de categoria acima.

Também existe expectativa desalinhada quanto à posição de mercado do Tracker: por ser um projeto derivado da plataforma do Onix, ele entrega motor e tecnologia acima da média, mas isso não vem acompanhado do mesmo nível de isolamento acústico e rigidez de acabamento que um SUV maior ofereceria. Quem compara o silêncio de cabine com um Duster ou um T-Cross, por exemplo, sente essa diferença rapidamente.

Qual a melhor vesão do Tracker usado, segudo seus donos?

Com base nos relatos analisados:

Melhor custo-benefício: LT 1.0 Turbo, manual ou automático. Motor forte para o tamanho, consumo equilibrado e menor desembolso inicial.

Melhor desempenho: Premier 1.2 Turbo. Mais torque e mais equipamento de série (teto solar panorâmico, sensores, easy park), mas atenção redobrada ao histórico de manutenção da correia dentada em unidades de 2020/2021.

Melhor economia: 1.0 Turbo com câmbio automático de 9 marchas, segundo relatos de consumo na casa dos 11 a 13 km/l na gasolina em uso urbano.

Versão para evitar sem checar bem o histórico: Premier 1.2 dos primeiros anos (2020/2021), pela concentração de relatos sobre correia dentada e bomba de combustível nessa leva inicial.

O consumo real do Tracker é bom?

Segundo o Inmetro, dentro do Programa Brasileiro de Etiquetagem Veicular, o consumo do Tracker varia por motorização e câmbio: as versões 1.0 Turbo tendem a marcar entre 11 e 13 km/l na cidade com gasolina, enquanto o 1.2 Turbo, com mais torque, consome um pouco mais em uso misto.

Isso bate com o que os próprios donos relatam.

“O carro é espaçoso, bem disposto, confortável e tem um consumo, como álcool, relativamente bom (9 a 10 km/l na estrada e 8 km/l na cidade).” — Alissandra, dona de um Tracker LT 1.0 2024/2024, 53.000 km, ex-dona de Chevrolet Onix

“Sensores dianteiros e traseiros. Assistente de estacionamento, bagageiro razoável e consumo coerente, 13 km/l na cidade.” — Fernando, dono de um Tracker Premier 1.2 2020/2021, 950 km, ex-dono de Jeep Renegade

Vale lembrar que os testes oficiais são feitos em laboratório, então o consumo real tende a ficar entre 15% e 20% acima do informado, principalmente com ar-condicionado ligado e condução mais acelerada, comum em quem compra o carro justamente pelo motor turbo.

A manutenção Tracker é cara?

Não é um carro caro de manter dentro do segmento, mas tem dois pontos que pesam no planejamento:

  • Correia dentada banhada a óleo: item que precisa ser trocado dentro do intervalo recomendado pela Chevrolet. Ignorar esse prazo é a origem da maioria dos relatos de problema.
  • Peças de acabamento e vedação: por ser o ponto mais criticado pelos donos, vale reservar uma verba para eventuais ajustes de borracharia e fixação de plástico, principalmente em carros com mais de 40 mil km.

Fora isso, revisões programadas giram na faixa de custo comum para SUVs compactos nacionais, com intervalos de 10 mil km.

Tracker ou concorrente: qual vale mais a pena?

T-Cross usada ou Tracker: o Tracker leva vantagem em motor e tecnologia embarcada pelo preço; o T-Cross costuma ganhar em acabamento e silêncio de cabine, área em que o Tracker é mais criticado pelos próprios donos.

Tracker ou HR-V usada: a Honda tende a levar vantagem em confiabilidade percebida e revenda, mas cobra mais caro por isso; o Tracker compensa com motor mais forte e pacote de tecnologia mais completo nas versões topo de linha.

Se o seu critério for espaço interno e resposta do motor no dia a dia, o Tracker segue competitivo. Se o critério for isolamento acústico e sensação de robustez, vale comparar com calma antes de decidir.

Antes de fechar negócio em um Tracker usado, o mínimo que você deve fazer:

✔ Rodar um scanner OBD2 simples para checar se há códigos de erro guardados na central de injeção
✔ Fazer uma consulta veicular completa (restrição, sinistro, leilão, roubo)
✔ Cotar o seguro antes de comprar, para não levar susto depois

👉 É um gasto pequeno perto do prejuízo que evita.

O que os donos de Tracker mais elogiam

Motor turbo com resposta acima da média para o segmento

É de longe o elogio mais repetido.

“Embora um projeto de parceria chinesa, tem a mão da GM e neste sentido tem confiabilidade.” — Arno, dono de um Tracker Premier 1.2 2024/2025, 9.600 km, ex-dono de Honda City Hatch

“Motor muito potente, sempre impressiona nas arrancadas e ultrapassagens, mesmo com o carro cheio de pessoas e malas, oferece segurança no desempenho.” — Marcelo, dono de um Tracker Premier 1.2 2021/2022, 52.000 km

Espaço interno e porta-malas de verdade

Um dos motivos mais citados para a troca de carro.

“Carro macio, silencioso, SUV completo com câmera de ré, sensor de estacionamento etc. A precisão das marchas é muito boa. O desempenho é ótimo, o turbo ajuda muito. Ótima estabilidade.” — Joice, dona de um Tracker LT 1.0 2021/2021, 1.100 km, ex-dona de Citroen C4 Pallas

Pacote de tecnologia acima do esperado pelo preço

Nas versões mais equipadas, o Tracker chega com teto solar panorâmico, estacionamento semiautônomo e sensores de ponto cego.

“Ele oferecia mais que seus concorrentes na época, como a central multimídia e apoio de braço, por exemplo, que não vinha na T-Cross Sense desse ano.” — Roger, dono de um Tracker 1.0 AT 2022/2022, 112.000 km

“Multimídia excelente, comando de voz ajuda muito na hora de fazer uma ligação, bem como responder mensagens, teto solar panorâmico fantástico, estacionamento semi-autônomo funciona com precisão em vagas apertadas.” — Ailton, dono de um Tracker Premier 1.2 2020/2021, 783 km, ex-dono de Chevrolet Tracker (geração anterior)

Consumo equilibrado para um motor turbo

Mesmo entre quem reclama de outros pontos, o consumo aparece como saldo positivo.

“Consumo, 6 airbags, espaço interno, estabilidade.” — Luiz, dono de um Tracker LTZ 1.2 2020/2021, 5.800 km, ex-dono de Chevrolet Cobalt

Perguntas frequentes sobre o Chevrolet Tracker usado

O Tracker dá muito problema? Não é considerado um carro problemático no geral, mas concentra queixas específicas: acabamento barulhento e freios abaixo do esperado. Vale checar o histórico de manutenção da correia dentada antes de comprar.

Qual a melhor versão do Tracker para comprar usada? A LT 1.0 Turbo costuma ser o melhor equilíbrio entre preço, consumo e desempenho. Quem quer mais tecnologia pode ir de Premier 1.2, com atenção redobrada em unidades 2020/2021.

O consumo do Tracker é bom? Sim, fica entre 11 e 13 km/l na gasolina em uso urbano, segundo dados do Inmetro e relatos reais de donos.

Manutenção do Tracker é cara? Não é o carro mais caro do segmento, mas a correia dentada banhada a óleo exige atenção ao intervalo de troca recomendado.

Tracker vale mais a pena que T-Cross usada? Depende da prioridade: motor e tecnologia favorecem o Tracker, acabamento e silêncio de cabine favorecem o T-Cross.

Tracker tem boa revenda? Sim, o Tracker mantém demanda aquecida no mercado de usados, com liquidez razoável dentro do segmento de SUVs compactos.

Quer evitar comprar um Tracker com problema? Recomendamos fortemente rodar um scanner automotivo simples antes de fechar negócio, além de consultar o histórico do veículo em sites especializados.

Antes de fechar negócio em um Tracker usado, recomendamos:

✔ Checklist completo de avaliação
✔ Scanner automotivo
✔ Consulta veicular completa


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Antes do Tracker atual: um SUV com três gerações no Brasil

Um detalhe que ajuda a entender por que existe tanta opinião divergente sobre o Tracker: o nome já passou por três gerações bem diferentes entre si no mercado brasileiro, e é comum ver relatos antigos se misturando com opiniões sobre o carro atual.

Chevrolet Tracker de primeira geração

O nome Tracker chegou ao Brasil ainda nos anos 2000, em uma versão baseada no Suzuki Vitara/Grand Vitara, com apelo mais off-road e motor a diesel em alguns mercados. Foi uma passagem curta e pouco lembrada hoje, mas é a origem do nome que a Chevrolet reaproveitou anos depois.

Tracker de primeira geração (ou será um Suzuki Vitara?)

Chevrolet Tracker de segunda geração (2013 a 2019)

Essa foi a versão que a maioria das pessoas ainda associa ao nome Tracker: lançada em outubro de 2013 para brigar de igual para igual com Ecosport e Duster, veio com motor 1.8 Ecotec de 140/144 cv e opções de câmbio manual de cinco ou automático de seis marchas, recebendo uma reestilização em 2016. É um carro com mecânica mais simples que a atual, sem motor turbo, e que hoje já é encontrado por valores bem mais baixos no mercado de usados.

Tracker de segunda geração – Dividia componentes como Sonic

Em breve, vamos publicar um artigo dedicado só a essa geração, com opinião de quem realmente rodou com ela.


Relatos reais de donos de Chevrolet Tracker coletados e organizados a partir de fóruns e opiniões públicas na Web, cruzados com boas práticas de vistoria de carros usados.

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